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Campeonato Nicoboco Wake Jam 2012

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Das sapatilhas à prancha de Wake

01/11/2012 -

Por Christiane Alves

A estudante de publicidade Fernanda Natel, 23 anos, trocou as sapatilhas de balé pela prancha de wakeboard e não se arrepende de, hoje, dançar sobre as águas, exibindo suas manobras. Desde pequena, Fernanda é adepta também dos esportes. Iniciou no balé, passou pelos campos de futebol e encontrou sua verdadeira paixão no wake. Foi aos 19 anos, quando conheceu Pedro Portella, seu namorado, que teve o primeiro contato com o esporte. ”Na verdade, o Pedro é fissurado por wakeskate, o que me incentivou. Hoje gosto muito de wakeskate, mas me divirto mais com o wakeboard”, conta. Isso foi há apenas quatro anos, mas Fernanda foi vencedora em todas as competições em que participou na categoria amador, inclusive no Campeonato Nicoboco Wake Jam 2012 e na categoria de Cable do Campeonato Paulista em 2011. Ela contou ao Estrela Náutica pormenores de sua — curta, mas vitoriosa — trajetória no esporte. Leia a seguir:

“Confesso que meu foco nunca foi treinar para competir e ganhar. O wake é realmente uma diversão, uma paixão. Mas adoro os campeonatos, pois conseguimos juntar toda a turma do esporte, que é uma galera da paz, gosto muito desta parte.

Hoje, são poucos os fins de semana que eu e meu namorado, Pedro, não praticamos o esporte. Costumamos treinar na Represa de Ibiúna, onde ele tem casa e lancha. Às vezes, na represa de Bragança Paulista na lancha de uns amigos, em Jaguariúna no Cable, ou em Botucatu, na casa de um amigo onde tem um lago particular com diversos obstáculos, rampas, inclines, boxes, huftops; é praticamente um parque de diversões, mas não cabe uma lancha; então, praticamos de jetski. Não preciso de mais nada, apenas eu, o Pedro, uma lancha e minha prancha. E tudo está perfeito.

 Quando estamos em Ibiúna, gostamos de acordar cedo, tomar um belo café da manhã e passar o dia todo na represa. Voltamos para casa apenas no final da tarde, quando não tem mais luz para praticar wake. Brinco que tenho um professor particular de wake porque é ele que sempre me ajuda, dá dicas e me ensina. As manobras que sei, na maioria, aprendi com ele. É uma troca, assim como no relacionamento, um sempre ajuda o outro.

Há cerca de dois anos e meio, surgiu o Naga Cable Park, em Jaguariúna, o primeiro parque de cable no Brasil, e isso foi muito bom porque as pessoas podem praticar o esporte sozinhas, sem depender de alguém específico para dirigir a lancha. Cable é o nome que se dá a três ou mais torres unidas por um cabo, que é capaz de puxar nove pessoas ao mesmo tempo.

Costumo praticar cable e lancha. Dentro do esporte, a parte que mais gosto é a dos obstáculos. Independentemente de estar de lancha, jetski ou cable, o que gosto mesmo é de fazer manobras em cima dos obstáculos. Já participei de alguns campeonatos no Naga Cable Park. Foram eles: Campeonato Best Trik (2010), Campeonato Paulista de Wakeboard etapa do Cable amador (2011), Campeonato Nicoboco Wake Jam (2012 ). E para minha felicidade, em todos eles, consegui o primeiro lugar. A próxima disputa será no feriado, 2 de novembro, na etapa feminina de wakeboard de um campeonato que acontecerá em Ibiúna, na represa de Itupararanga. Não tem nome especifico, é um campeonato de wake, wakesurf e slalon da Associação Brasileira de Wakeboard. Estaremos lá; eu, o Pedro, uma lancha e minha prancha. E independente do resultado no campeonato, tudo será perfeito.”


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