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NOTÍCAS / ESPORTES NÁUTICOS

Ricardo "Bimba" Winicki Fonte: Divulgação

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Comitê Olímpico Internacional causa confusão e frustração

14/11/2012 -

Em Assembleia Geral Ordinária, a Federação Internacional de Vela (ISAF), entidade máxima que controla o esporte, se reuniu no dia 10 de novembro em Dun Laoghaire, na Irlanda, para votar a favor ou não da reinserção da modalidade RS:X (windsurf) nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

Surpreendente, em uma primeira votação, a decisão havia sido de retirar o windsurf em favor do kitesurf nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Na ocasião, a ISAF descreveu a mudança como uma “fantástica adição”. Indignados, as federações de windsurf prometeram pressionar os dirigentes para restabelecer a modalidade.

Nesta última votação, a ISAF voltou atrás e decidiu pela reinserção da modalidade windsurf – tanto masculino quanto feminino – no lugar do kitesurf. Os 113 membros que compõem a Assembleia Geral da ISAF (105 nações, sete vice-presidentes e o presidente) votaram, sendo que 59 foram a favor, 32 contra e 22 abstenções.

Segundo Yehuda Maayan, chefe da federação de vela de Israel, algumas delegações podem ter se confundido ao votar pelo kitesurf devido à dificuldade de linguagem. Um exemplo é a federação espanhola de vela que já admitiu ter votado no kitesurf por engano.

Os paraibanos Nayara Licarião e Wilson Bodete que são os principais destaques do país na modalidade, planejavam participar dos Jogos no Brasil e foram surpreendidos pela notícia da exclusão do kiterace do calendário olímpico.
Lembrando que o kitesurf havia se tornado um esporte olímpico em maio de 2012, em outra Assembleia da Isaf. Nayara Licarião, medalhista de bronze no Campeonato Mundial de 2011, lamentou a exclusão do esporte nos Jogos Olímpicos, porém possui esperança para que a decisão seja revertida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

Wilson Bodete, atual campeão Mundial e bicampeão Brasileiro na modalidade kiterace, não ficou satisfeito com a mudança e segundo o atleta, esta mudança não vai alterar sua trajetória no kitesurf, uma vez que, não se condicionava no esporte especificamente para o calendário olímpico.

Em contra partida, quem comemorou muito a decisão foi o brasileiro 
Ricardo Winicki, o Bimba, quarto colocado nas Olimpíadas de Atenas, tricampeão pan-americano (2003, 2007 e 2011) e campeão mundial de windsurf em 2007. “Vai ser na minha casa, na minha escola, no Búzios Vela Clube. Estou muito feliz, feliz e aliviado, não apenas pelo meu futuro, mas também dos jovens que velejam de wind e dos meninos do meu projeto social. Recebi mais de 150 e-mails, entre eles do Rory Ramsden, secretário-geral da classe RS:X, parabenizando pelo empenho e porque fizemos parte disso. Todos que lutaram e acreditaram até o fim que o windsurfe não sairia do programa olímpico estão de parabéns, mostramos nossa força”, exclamou Bimba.


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