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NOTÍCAS / ESPORTES NÁUTICOS

Rolex Ilhabela Sailing Week - Largada Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Crioula, campeão da S40 Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Entardecer em Ilhabela Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Imponência do Atrevida Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Magia V-Energisa, de Torben Grael Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Mar agitado Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Ponta das Canas Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Preferência de passagem Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Regata em Ilhabela Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Scheidt e Prada Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Absoluto (ORC 600) Fonte: Aline Bassi/Balaio
  • Angela Star (ORC 500) Fonte: Aline Bassi/Balaio
  • Crioula e o título da S40 Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Ginga (HPE) Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Jambock (RGS Cruiser) Fonte: Aline Bassi/Balaio
  • Kiron, na ORC Geral Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Loyal é bi Fonte: Carlo Borlenghi/Rolex
  • Mandinga (RGS B) Fonte: Aline Bassi/Balaio
  • Rainha (RGS C) Fonte: Aline Bassi/Balaio
  • Rudá (IRC) Fonte: Aline Bassi/Balaio
  • Scheidt e Prada (Star) Fonte: Aline Bassi/Balaio
  • Infográfico com campeões de 1981 a 2013 Fonte: B1 Mkt.Digital

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Rolex Ilhabela Sailing Week: o desafio para 2014 é manter o padrão de qualidade

15/07/2013 -

A credibilidade adquirida pelo maior evento da vela oceânica da América Latina transformou as regatas disputadas anualmente no litoral norte em Rolex Ilhabela Sailing Week e a responsabilidade dos organizadores ficou ainda maior. A evolução exige esforço redobrado para que o evento atinja a expectativa dos participantes. Neste ano, 134 barcos inscritos trouxeram mais de mil velejadores ao Yacht Club de Ilhabela. A atual preocupação está nitidamente voltada para a qualidade.

"Tecnicamente já atingimos um padrão internacional. Agora o maior desafio é de mantermos esse padrão para continuarmos atraindo as tripulações dos outros países e também de outros estados brasileiros", desejou o diretor de Vela do Yacht Club de Ilhabela, Carlos Eduardo Souza e Silva, o Kalu, comandante do tradicional veleiro Orson. Além dos sempre assíduos paulistas, Ilhabela atraiu velejadores de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Brasília, Minas Gerais e Bahia. De fora do País vieram britânicos, porto-riquenhos, norte-americanos, argentinos, uruguaios, austríacos e portugueses.

A 40ª Edição da Rolex Ilhabela Sailing Week ganhou um brilho especial com a inclusão da classe Star, pela primeira vez convidada. Medalhistas olímpicos e mundiais como Robert Scheidt, Bruno Prada, Lars Grael e Reinaldo Conrad, transformaram as regatas de Star em um desfile de campeões. "A intenção em trazer a classe para Ilhabela é de apoiar a campanha para que a Star volte ao calendário olímpico nos Jogos do Rio. Precisamos incentivar nossos velejadores pensando nos Jogos Pan-Americanos e nas Olimpíadas", alertou o comodoro do Yacht Club de Ilhabela, Marco Fanucchi.

A gestão de Fanucchi na comodoria encerra-se antes da próxima Rolex Ilhabela Sailing Week. Não é motivo para que o otimista dirigente deixe de acreditar em vida longa para o evento. "Eu deixo o cargo, mas o espírito de sempre permanece. Não tenho dúvidas de que a competição um dia será centenária", previu Fanucchi , analisando o que viveu durante a semana no clube. "O balanço é mais do que positivo. Estou muito feliz. Vi as pessoas velejando e se divertindo. Vamos nos reunir para uma avaliação precisa e a partir de agosto já pensamos em 2014.

A evolução da classe C30

Estreante na Rolex Ilhabela Sailing Week em 2012, com seis barcos inscritos, a classe C30 apresentou-se neste ano como a mais promissora entre os monotipos de oceano. A flotilha registrou um aumento de 50%, elevando para nove o número de embarcações na 40ª edição. A performance e a praticidade que o veleiro oferece aos tripulantes são os motivos que têm levado alguns velejadores a migrar para a classe.

"É um 30 pés que anda como se fosse um 40. O projetista, Horácio Carabelli, acertou em cheio. Outra vantagem, é poder retirar o barco da água em qualquer iate clube, o que reduz muito o custo de manutenção" destacou o velejador olímpico André Fonseca, o Bochecha, responsável técnico pela classe e tático do C30 Loyal, bicampeão em Ilhabela.

Em breve, Bochecha deve assumir também o controle da produção dos veleiros, atualmente laminados no estaleiro de Guilherme Cará, em São José dos Campos. "Ainda estamos analisando a situação. Por enquanto, estou ajudando na entrega de três ou quatro barcos, mas gosto muito do projeto, principalmente porque incentiva a produção nacional", afirmou o velejador.

Classes que fizeram campeões em Ilhabela e que também projetaram uma evolução na vela oceânica, acabaram não se consolidando. "O ILC 30 andava bem, mas como os barcos não tinham a mesma medição, atingiam velocidades diferentes. O S40, apesar de ser ’one-design’, tem a dificuldade de importação e é difícil de se armazenar", relatou Bochecha, ratificando que o custo do C30 pode ser considerado "mais acessível" em relação aos barcos maiores. O mastro é um dos únicos componentes que precisa ser importado.

Como a própria classe está zelando pela produção dos novos barcos, Bochecha espera que nos próximos meses sejam encomendados mais alguns modelos C30. Cada veleiro consome cerca de quatro meses para ser fabricado. A expectativa do responsável técnico é de que na Rolex Ilhabela Sailing Week de 2014, a classe receba entre 12 e 14 inscrições. As velas, que hoje permitem variações, também passarão a ser unificadas.

O presidente da classe, Marcelo Massa, comandante do Loyal, acredita que a participação efetiva de Bochecha na coordenação, favorecerá o desenvolvimento. "Se nós conseguirmos quatro ou cinco novos barcos a cada ano, será ótimo. Muita gente da HPE está migrando para o C30. Tenho três tripulantes que fizeram essa opção. A HPE, com 10 anos, consegue levar 25 veleiros para a raia, o que é muito bom. Logo, também alcançaremos essa condição. A classe já está consolidada", comemorou Massa, bicampeão da Rolex Ilhabela Sailing Week.

"Ilhabela não é apenas a capital nacional da vela, mas também a capital do C30". A frase de Massa resume bem o projeto que tem como próximo objetivo a realização do Campeonato Brasileiro de 2014 no Litoral Norte. O Loyal e o Barracuda, destaques da Rolex Ilhabela Sailing Week, têm sede em Ilhabela. O segundo é comandado pelo secretário-geral da classe, Humberto Diniz. O velejador estima que até o final de 2014, 20 monotipos estarão competindo juntos. "Só aqui na Ilha já temos seis barcos e nos próximos meses virão mais dois. O custo atual é de cerca de 350 mil reais, um terço do valor de outros barcos de oceano, e deve baixar ainda mais. A manutenção pode ser feita com um quinto do que se gastaria com um veleiro maior e bastam seis tripulantes para velejar".

Na noite do sábado, as tripulações vencedores das sete classes receberam seus troféus na sede da Yacht Club de Ilhabela. Esta edição fez uma homenagem ao veleiro Saga, primeiro e único barco brasileiro a vencer a Fastnet Race, considerada a mais clássica das regatas oceânicas, em 1973.

Resultados finais

S40 após 9 regatas e 1 descarte 
1º - Crioula (Eduardo Plass) - 8pp (1+1+[2]+1+1+1+1+1+1)
2º - Carioca (Roberto Martins) - 15pp (2+[3]+1+2+2+2+2+2+2)
3º - Vesper 4 (João Marcos Mendes) - 27pp (4+5+4+3+3+[4]+3+3+3)

C30 após 9 regatas e 1 descarte
1º - Loyal (Marcelo Massa) - 11pp (1+1+1+1+1+1+3+[3]+2)
2º - Katana/Energia (Fabio Filippon) - 18pp (3+3+[7]+4+2+3+1+1+1)
3º - Caballo Loco (Mauro Dottori) - 26pp ([6]+2+3+3+3+4+5+2+4)

Star - após 10 regatas e 1 descarte
1º - Robert Scheidt/Bruno Prada - 8pp (5+1+1+1+1+1+1+1+1+[12])
2º - Marcelo Fuchs/Ronald Seifert - 23pp (4+3+2+4+2+2+3+[5]+2+1)
3º - Lars Grael/Samuel Gonçalves - 26pp ([7]2+3+3+4+3+2+4+3+2)

HPE - após 10 regatas e 1 descarte
1º - Ginga (José Vicente Monteiro) - 15 pp ([4]+1+1+3+3+3+1+1+1+1)
2º - FIt To Fly (Eduardo Mangabeira) - 33pp (2+[8]+5+7+5+1+5+2+3+3)
3º - Bond Girl Jimny (Carlos Wanderley) - 47pp (13+2+2+5+6+7+3+4+5+[26])

ORC Geral - após 9 regatas e 1 descarte 
1º - Kiron (Leonardo Guilhermo) - 12pp (1+1+1+2+2+[2]+1+2+2)
2º - Angela VI (Peter Dirk) - 21pp ([29]+2+3+1+9+1+3+1+1)
3º - Asbar 4 (Marcelo Pereira) - 49,5pp (2+[15]+13+8+7+4+4+4,5+7)

ORC 500 - após 9 regatas e 1 descarte
1º - Angela VI (Peter Dirk) - 9pp ([12]+1+1+1+2+1+1+1+1)
2º - Catuana Kim (Paulo Cocchi) - 29pp ([12]+3+2+3+5+3+2+6+5)
3º - Miragem (Paulo Roberto) - 32pp (4+4+4+4+6+[12]+4+2+4)

ORC 600 - após 9 regatas e 1 descarte 
1º - Absoluto (Renato Gama) - 26pp ([11]+2+2+5+2+3+4+1+7)
2º - Asbar 4 (Marcelo Pereira) - 26,5 (1+7+[8]+4+5+2+2+2,5+3)
3º - Ruda (Guilherme Hernandez) - 28pp ([9]+1+1+6+4+4+6+5+1)

ORC 650 - após 9 regatas e 1 descarte 
1º - Kiron (Leonardo Guilhermo) - 8pp (1+[1]+1+1+1+1+1+1)
2º - Maestrale (Adalberto Casaes) - 18pp (2+2+2+[3]+3+2+3+2+2)
3º - Samurai Ni (Ian Muniz) - 23pp (4+3+4+2+2+3+2+[4])

ORC 700 - após 9 regatas e 1 descarte 
1º - Rocket Power (Luiz Augusto Lopes) - 11pp ([5]+2+1+2+1+2+1+1+1)
2º - Prozak (Marcio Finamore) - 18pp (2+1+2+3+2+1+3+[5]+4)
3º - Colin (Sebastian Menendez) - 23pp (1+5+[5]+4+3+4+2+2+2)

IRC - após 9 regatas e 1 descarte
1º - Ruda (Guilherme Hernandez) - 21,5pp ([7]+1,5+1+4+2+1+7+6+1)
2º - Angela Star (Peter Siemsen) - 21,5pp ([20]+1,5+2+1+8+3+4+1+2)
3º - Tangaroa (James Bellini) - 25pp (1+4+[7]+3+1+5+2+5+5)

RGS Geral - após 9 regatas e 1 descarte
1o - Mandinga (Jonas Penteado) - 17pp
2o - Rainha/Empresta Capital (Leonardo Pacheco) - 25pp
3o - Santeria (Mauricio Martins) - 30pp

RGS A - após 9 regatas e 1 descarte
1º - Quiricomba (Escola Naval) - 12pp (2+[6]+2+1+1+2+2+1+1)
2º - Jazz (Valeria Ravani) - 16pp (3+2+[4]+2+2+1+1+3+2)
3º - Fram (Felipe Aidar) - 29pp (6+[7]+1+5+4+5+3+2+3)

RGS B - após 9 regatas e 1 descarte 
1º - Mandinga (Jonas Penteado) - 13pp (1+1+2+1+1+3+18+[18]+3) 
2º - Revanche (Celso de Faria) - 27pp (3+2+3+6+3+2+[7]+6+2)
3º - Albatroz (Gremio de Vela Escola Naval) - 28pp ([8]+5+6+4+4+1+1+1+5)

RGS C - após 9 regatas e 1 descarte
1º - Rainha/Empresta Capital (Leonardo Pacheco) - 10pp (2+1+2+1+1+1+1+[9]+1)
2º - Santeria (Mauricio Martins) - 21pp ([15]+12+4+2+1+2+2)
3º - Azulao (Marcello Polonio) - 25pp (1+3+3+[4]+3+4+4+3+4)

RGS Cruiser - após 9 regatas e 1 descarte
1º - Jambock (Marco Aleixo) - 10pp ([10]+1+1+1+1+1+1+2+2)
2º - Cocoon (Luiz Caggiano) - 21pp ([10]+2+2+3+4+5+3+1+1)
3º - Boccaluppo (Claudio Melaragno) - 27pp (2+[10]+4+2+2+2+2+10+3)

Sul-Americano ORC A
1o - V8 Nitro (Paulo Treu)

Sul-Americano ORC B
1o - Bachajo (ARG - Alejandro Menendez)

Brasileiro C30 
1o - Loyal (Marcelo Massa)

Linha do tempo Rolex Ilhabela Sailing Week

1956 - Fundação "oficial" do Yacht Club de Ilhabela, ainda sem sede
1969 - Velejadores da represa de Guarapiranga participam de uma "Semana da Vela", com apoio da prefeitura e do Grêmio de Vela Ilhabela, entre 12 e 20 de julho
Inauguração da primeira sede do Yacht Club de Ilhabela
1970 - Apesar do sucesso da primeira Semana da Vela, o evento não foi repetido nos anos posteriores
- No final de 1972, chegam à represa de Guarapiranga os primeiros Optimist do Brasil
1973 - Pais paulistanos trazem seus filhos para treinar em Ilhabela para o Campeonato Sul-americano de Optimist, que aconteceria em Buenos Aires, na Argentina
1974 - Primeira edição "oficial" do evento, disputada pelos pais que no ano anterior apenas viram seus filhos velejar
- As classes são Pingüim e Snipe, alguns Hobie Cat também participam
- Começam as chamadas Regatas Julinas
1981 - Começam a participar também os veleiros de oceano, em um único fim de semana
- O Ponta Azeda, de Eduardo Diedericksen, é o campeão entre os 11 inscritos, ainda sem classes
1982 - YCI organiza as regatas de Oceano e Fevesp e Grêmio de Vela de Ilhabela, as regatas de monotipos
- Pela primeira vez, a Semana passa a ser disputada em dois fins de semana e tem o apoio de uma empresa, o estaleiro Fast Yachts
1983 - Os veleiros são divididos em classes, ainda não-oficiais: regata e cruzeiro
- Primeiro título de Eduardo Souza Ramos, com o Tiki
- As regatas de monotipos e oceanos passam a ser disputadas em datas diferentes
1984 - Com 26 veleiros, acontece a primeira edição com mais de 20 barcos
- Introdução dos certificados oficiais de medição e das categorias IOR e RHC
- Segundo título de Eduardo Souza Ramos, novamente com o Tiki
- No dia 16 de julho, Ilhabela viu o maior vento já registrado durante a competição: 60 nós. Muitos barcos não conseguiram retornar para o clube e se abrigaram atrás da ilha
1985 - Sucesso da Semana se espalha, número de participantes chega a 48 e a regata ganha patrocinadores, entre eles uma revista especializada
- Panda, de Jonas Penteado, vence a Semana de Vela
- Saci, de Torben, fica em terceiro lugar na IOR e ganha o Troféu especial North Sails, para barcos de 23 pés
1987 - Número de inscritos volta a aumentar radicalmente, com 74 barcos, 32 a mais do que no ano anterior
1988 - Novo recorde de inscritos: 90 barcos
- O ano foi marcado pela inovação: foram montadas as primeiras tendas de exposição dentro do YCI
- Foi disputada a Ilhabela Match Race Cup, competição de barco contra barco que ficaria popular no Brasil mais de 15 anos depois
- Os juízes tomavam o tempo dos barcos em cada boia e passavam via rádio para a secretaria do clube, que fazia os cálculos de tempo corrigido e anunciava os líderes via alto-falantes
- O evento passa a contar com assessoria de imprensa profissional
1989 - No dia 8 de julho, a Fevesp fez a entrega do título de "Capital da Vela" para a cidade de Ilhabela
- Alto-falantes anunciavam o nome de cada barco que cruzava a linha de chegada da regata de percurso, que ficava no canal de São Sebastião, em frente à vila
1990 - Introdução da canoa de cerveja para recepcionar os velejadores, ideia hoje comum em clubes de todo o Brasil
- Devido a um problema na implantação de novos certificados de medição, a classe
- IOR foi substituída pela categoria Livre
1991 - Introdução da classe internacional IMS, precursora da ORC internacional, que se tornaria a classe principal anos mais tarde
- Terceiro título de Eduardo Souza Ramos na classe IOR
1993 - Introdução da classe nacional de medição RGS (Regra Geral Simplificada), que continua até hoje no programaA Semana de Vela rompe pela primeira vez a marca de 100 barcos inscritos
1995 - Lars Grael vence no comando do H3+
1996 - Torben Grael é campeão da principal categoria da regata, com o Magia III/Polibrasil, um ILC 30 que se tornaria lendário nas raias brasileiras
1997 - Bicampeonato do Magia III/Polibrasil de Torben
1999 - O baiano Kan Chuh, em sua primeira participação em Ilhabela, leva o título na IMS com o V-Max e Horácio Carabelli no comando
2000 - Primeira aparição da classe ORC, que reunia veleiros menos esportivos que os da IMS
2001 - Novo título dos irmãos Grael, com o barco Sorsa Telemar. Ocampeão olímpico Eduardo Penido e o campeão mundial da classe Star, Alan Adler estavam na tripulação
2002 - Na IMS, agora principal categoria, Eduardo Souza Ramos volta a vencer, a bordo do Pajero e inaugura uma era em que ele começa a trazer alguns dos melhores veleiros de regata ao Brasil
- Flash Gordon, de 49 pés, estabelece recorde de 7h13min46s para a Regata Alcatrazes
2003 - Quinto título de Eduardo Souza Ramos
- Na ORC, o argentino Toríbio Achaval é o primeiro estrangeiro a vencer uma categoria na Rolex Ilhabela Sailing Week
2004 - Eduardo Souza Ramos chega à sexta vitória, com o Phoenix/Pajero
- Classe HPE começa a fazer parte do programa, Xereta é o primeiro campeão
2005 - Guga Zarif quebra série de vitórias do Pajero, no comando do Áries IV, barco que havia sido de Souza Ramos no ano anterior
- Volvo 70 Brasil 1 faz sua primeira regata em Ilhabela e, sem estar oficialmente inscrito, estabelece recorde de 6h00min18s para a Regata Alcatrazes
- Argentino Fortuna III, de 60 pés, passa a ser o detentor oficial do recorde, com 6h53min27s
2006 - Uruguaio Memo Memulini vence na IMS é o primeiro estrangeiro a ser campeão da principal categoria em Ilhabela
2007 - Rolex se associa à tradicional semana como title sponsor e Rolex Ilhabela Sailing Week passa a fazer parte do mais exclusivo circuito de regatas do mundo
- Nova vitória de um estrangeiro na classe principal
- O argentino Personal é campeão na IMS
2008 - De barco novo, Eduardo Souza Ramos chega ao sétimo título em Ilhabela
- Em entrevista ao final do evento, Eduardo Souza Ramos anuncia seu desejo de correr num monotipo de oceano de 40 pés
2009 - Recorde histórico de participação, com 205 barcos inscritos. Depois desse ano, o limite de inscrições foi estabelecido em 150 veleiros
- Estreia da classe S40 e o veleiro argentino Cusi já quebra o recorde da regata Alcatrazes: 6h12m29s
- Classe IMS passa a ser chamada de ORC internacional
- Oficialmente, foram 205 inscritos
2010 - Oitavo título de Eduardo Souza Ramos
- Na ORC internacional, Ernesto Breda consegue seu primeiro título, depois de mais de 30 anos de participação em Ilhabela
2011 - Novo título de Ernesto Breda na ORC internacional
- Pisco Sour, na S40, é o primeiro chileno campeão em Ilhabela
- Na RGS, uma tripulação predominantemente feminina leva o título com o Jazz
2012 - Introdução da classe C30
- Nono e último título de Eduardo Souza Ramos, o primeiro com um S40
- Terceira vitória consecutiva de Ernesto Breda
2013 - Medalhistas olímpicos e mundiais elevam o nível técnica da competição com a inclusão da classe Star, vencida por Robert Scheidt e Bruno Prada

Redação Estrela Náutica
Fonte:
Assessoria de imprensa


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