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Flyboard não se encaixa na legislação brasileira

22/11/2012 -

Foco de atenção de muitos curiosos e apaixonados por adrenalina, a novidade Flyboard fez sucesso na São Paulo Boat Show. Seu reconhecimento no hemisfério norte já é bem difundido, virando febre no último verão. Aqui no Brasil, a proposta é a mesma, no entanto, a Capitania dos Portos alerta que de acordo com a legislação vigente, a prática desse esporte aquático é proibida em águas brasileiras.

Criado na França, o possível novo brinquedo dos brasileiros permite que o usuário “voe” a 10 metros de altura impulsionado pelo fluxo d’água formado pela turbina da moto aquática. No entendimento da Marinha, o equipamento está conectado a moto, o que tecnicamente corresponde a um reboque. Analisando desta forma, o equipamento infringe as normas de uso da mesma que proíbe o reboque, seja de outra embarcação, de pessoas praticando esqui aquático ou atividades similares. Salvas as exceções como motos aquáticas com três ou mais lugares ou em caso de resgate. Outra regra que vem sendo burlada é a que exige no mínimo duas pessoas a bordo da embarcação – uma para dirigir (devidamente habilitada) e outra para vigiar o rebocado. "Caso verificado o reboque indevido por moto aquática, a embarcação será retida, com proibição de sua permanência na água. O condutor será notificado e lavrado o devido auto de infração", explica o capitão dos Portos de São Paulo, Marcelo Ribeiro de Souza. O desrespeito das normas implica em uma multa por uso incorreto de moto aquática, podendo chegar a R$ 3,2 mil.

Marcelo Tchello Brandão, representante oficial do produto no Brasil e presidente da Federação Mundial de Jet Ski, descorda e argumenta que, no caso do Flyboard, o rebocado seria a moto aquática – uma vez que a água da turbina é jogada diretamente para a prancha. Sendo assim, é o praticante que vai à frente. "A legislação brasileira é muito arcaica e não acompanha os brinquedos novos", complementa Brandão. "O piloto do jet ski tem responsabilidade para monitorar o praticante do flyboard”. Brandão ainda deixa claro que o equipamento não é vendido sem que o comprador se submeta a um treinamento, oferecido por sua própria empresa, com 5 horas de duração.


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