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  • Eduardo Colunna - Presidente da Acobar Fonte: Acobar
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Acobar divulga resultados da pesquisa sobre a Indústria Náutica Nacional

13/12/2012 -

Em 30 de novembro, na cidade do Rio de Janeiro, representantes do setor náutico nacional se reuniram para o evento de lançamento da pesquisa sobre a 'Indústria Náutica Nacional'. Fruto de um trabalho inédito de parceria da Associação Brasileira de Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar) com o Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Fórum Náutico Fluminense, Secretaria de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro e o Santander, a versão da pesquisa foi atualizada depois de 7 anos.

O fundamento da pesquisa é disponibilizar uma base de conhecimento sobre a realidade do mercado náutico brasileiro, seus principais agentes, problemas, ameaças e oportunidades que se apresentam para o desenvolvimento do setor em âmbito nacional. Para conclusão desta importante ferramenta, foram consultadas empresas do mercado náutico brasileiro e estruturas de apoio, entre elas marinas, garagens náuticas, iates clubes, estaleiros, fabricantes de equipamentos e acessórios, varejistas, prestadores de serviços e importadoras em atividade no Brasil.

Em uma frota de embarcações de esporte e lazer com comprimento igual ou superior a 16 pés, o Brasil atingiu a marca de 70.000 embarcações em trânsito. Deste total, 16,4% são veleiros e 83,6%, embarcações a motor. A região sudeste concentra 53% da frota nacional de lanchas e 48% dos veleiros, sendo que o Estado do Rio de Janeiro, detém 25% da frota de embarcações acima de 16 pés. Ainda sim, o Estado do Rio possui cerca de 24,2% das estruturas de apoio náutico, sendo responsável por quase 35% dos empregos diretos do setor náutico em nível nacional.  Os números pertencem a pesquisa 'Indústria Náutica: Fatos e Números 2012' publicada em 28 de novembro pelo Sebrae/RJ em conjunto com a Acobar e patrocínio do Santander Financiamentos. O estudo foi uma iniciativa do Fórum Náutico Fluminense, organismo de articulação do setor náutico fluminense, com a liderança da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (CODIN)

“A Pesquisa Fatos e Números 2012 confirmou o número relevante de empresas de pequeno porte que trabalham na cadeia produtiva da indústria náutica que já emprega, em todo o País, um conjunto de 7.000 funcionários diretos, além de oferecer 5.000 vagas temporárias em períodos de alta demanda”, afirmou o diretor-superintendente do SEBRAE/RJ, Cezar Vasquez.

Lancha como o 2º carro da família

Durante o lançamento da pesquisa, Eduardo Colunna, presidente da Acobar, reforçou a tendência observada de que uma parcela das famílias brasileiras de classe média, que em sua maioria já possuem casa própria, automóveis e outros bens de consumo duráveis, apresentam renda disponível para adquirir e manter uma embarcação de porte pequeno ou médio. “Apesar da visibilidade dos estaleiros especializados em embarcações de alto padrão, o fato mais importante no mercado náutico brasileiro atual é o crescimento da demanda por embarcações com comprimento entre 20 e 26 pés, com valores em torno de 60 mil reais”, destacou Colunna, completando que além do preço, as práticas de financiamento com taxas de juros razoáveis no mercado estão permitindo que o brasileiro comece a ter a lancha como um “2º carro” da família.

A Pesquisa retratou ainda o crescimento da rede de varejo que atende ao mercado náutico brasileiro, hoje com cerca de 350 lojas especializadas que se reúnem em torno das estruturas de apoio náutico e dos maiores centros consumidores do País, com destaque  para as capitais e litoral das regiões Sudeste, Sul e Nordeste e também para os polos emergentes no interior.  Para Alexandre Gurgel, diretor de política Industrial e novos negócios da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (CODIN), os números apontados na pesquisa reforçam e confirmam a decisão do Estado em tratar o setor náutico como prioridade na pauta econômica do Governo. “A Pesquisa retratou muito bem o status econômico dos principais estaleiros, fabricantes de equipamentos e acessórios náuticos, prestadores de serviço e marinas fluminenses”, disse Gurgel, destacando que apesar do Rio de Janeiro liderar a oferta de vagas para abrigo de embarcações, por concentrar 35,7% das vagas molhadas disponíveis no mercado brasileiro, ainda há muito a ser feito. “Estamos estudando meios para incrementar a oferta de vagas privadas e públicas para embarcações. O Rio ainda vai avançar muito neste sentido nos próximos dois anos”, afirmou.

A pesquisa 'Indústria Náutica: Fatos e Números 2012' está disponível no site da Acobar (www.acobar.org.br) desde o dia 03 de dezembro. Para solicitar a pesquisa basta preencher um formulário.



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